objeto
de
estudo
de
normal
qualquer
vitrine
da
vida
esperança
divina
só
querem
escutar
não
podem
falar
o
estudo
precisa
ser
perfeito
Escrevendo livre,
Sem muito pensar,
Agora, o momento,
Aquilo que sinto.
A minha vontade
Repentina,
Logo é combatida!
No solo é lançada.
Pisada e moída.
Renuncio a claudia a cada momento,
Grilhões não vão me fazer ferida,
Todos quebrados pelo Autor da minha vida.
eu quero fazer o bem
preciso ser melhor
aprendi que a semente plantada
vai ser também a colhida
decidi plantar o amor e a alegria
decidi varrer toda mágoa ou dor
decidi perdoar
eu vou amar
Mãezinha, receba, em todos os dias,
A minha tão grande alegria
De poder mais uma vez
Te abraçar,
Te beijar,
Dizer, também, muito obrigada,
Por teu cuidado, por teu amor,
Por ter me apresentado
Quando nasci, a Jesus Cristo,
Hoje, meu Salvador!
Não há limites!
Sonho e realidade
Se misturaram
Em torpor.
Nas letras que percorro a vista,
No coração da poesia,
Na face que manifesta,
Entre grandes e curtas linhas,
A minha espera.
Esmiuça o pensamento,
Aprofunda.
E no mais eu vi na busca
O burburinho de vida.
“POESIA”
Sonhos irrealizáveis
Colocados no papel.
Assim você se apresenta
Graciosa diante das gentes,
Fazendo o outro sonhar
Com coisas que antemão
Sabes que não vão vingar.
Farsante tu és
Que plantas ilusões
Nos corações daqueles
Que acreditam sem resistir
E fazes estragos enormes
Nas emoções.
Poesia tão delicada,
Por vezes impulsiva,
Outras odientas,
E na maioria, sedução.
Poesia de mentiras,
Poesia de tormentos
Poesia sem pudor
Vou encarcerá-la no papel,
Para que seja rasgado,
Para que seja queimado,
Para que seja apagado,
E não mais reproduzida,
E em esquecimento consintas
Que eu viva.